As estradas portuguesas
Olá pessoas de todo o mundo! Após algum tempo sem escrever naquele que é sem dúvida alguma, um dos melhores, vá… o melhor blog da minha freguesia, volto à carga com mais um post de serviço público que fará com que todos aqueles que o leiam, chorem de riso! Mas atenção, estou a falar daquele choro bom de alegria, e não daquele de tristeza como quando vemos na televisão os castanhitos de África com aquela que é provavelmente a melhor dieta de sempre, SIDA. Ora então meus amigos, noutro dia assisti a um acidente de viação enquanto estava a ir para uma entrevista de trabalho. Esta parte da entrevista de trabalho era informação que vocês não precisavam de saber, mas achei por bem partihar isto para que se saiba publicamente que estou a fazer um esforço para tentar providenciar alimentos para a minha família. Sim os meus gatos também são família e a menos que eles tenham tirado um curso de culinária às escondidas não me parece que se consigam alimentar sozinhos. Além de que eles não têm polegares, logo não conseguem segurar numa colher de pau para salvar a vida. Mas pronto, de volta ao assunto principal. Um dos grandes problemas que existe na estrada é a falta de civismo entre os condutores.

Quantas e quantas vezes vemos acidentes ocorrerem mesmo à nossa frente, a maior parte em cruzamentos, devido ao simples facto das pessoas não deixarem as outras entrarem nas faixas de rodagem. Uma tenta meter-se na fila, a outra não deixa, e assim ocorre um acidente que poderia ter sido evitado. Mas estes casos são simples de serem contornados e eu vou-vos explicar como. O truque para que nos deixem entrar na faixa de rodagem quando está uma fila enorme é manter o olhar fixo no outro condutor até que ele olhe para nós. Quando isso ocorrer, vocês têm de ser rápidos e levantar a mão e abanar a cabeça como quem está a agradecer antes que ele olhe para outro lado. Se vocês fizerem isso, a outra pessoa não tem outra hipótese senão deixar-vos entrar na fila, correndo o risco de parecer alto cabrão. Mas se porventura ele olhou para vocês e desviou o olhar, então tiveram o azar de apanhar o rebento de uma meretriz. Nestes casos não há mesmo nada a fazer, senão esperar. É claro que era fácil de detectar se ele era mitra ou não. Quer-se dizer, qualquer pessoa que conduza de fato de treino um carro de cor amarela, que não tenha escrito as palavras Matutano ou Prosegur de lado, só pode ser descendente de uma família de bairristas. E já agora, o pormenor do fato de treino prende-se com o simples facto de ele não ter dinheiro para um carro desportivo, então optou pela solução mais barata, pois toda a gente sabe que conduzir de fato de treino, é o equivalente a uma condução desportiva.
Filed under: Comédia | 1 Comment
Eu é mais ou menos assim: Boto-me prós cruzamentos à maluco sem stress. Truques? Não lavar o carro. Tipo estão a ver quando ves aqueles badalhocos de rastas que até metem nojo aos caes? Pronto um gajo mantém sempre a distancia. Acho que não é preciso concretizar a analogia…caso contrario recomendo uma caixinha de chocapic, dizem que aquilo tem ferro. Sempre é melhor que tomar magnésio em saquetas. Coisa deprimente vá. Lembrei-me agora de uma coisa bonita de se dizer quando se está com a boia: “Chuva em Novembro, Natal em Dezembro.”, dito com convicção não falha é ver as damas a cair aos pés de um homem. Caso contrario entro no meu Punto Gt e deixo-o lançar o seu charme italiano. Enfim, como podem ver oriento-me. É mais ou menos por isto que os cruzamentos pra mim deixaram de ter segredos. Se quiserem sabedoria sobre rotundas também arranjo mas isso já mete discurso circular e daí a falar de camas de motéis vai um repente e o micro ondas já tá a apitar com o leite quentinho.